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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Afinal, qual a melhor gasolina... Comum ou aditivada?



A rigor, nenhuma gasolina brasileira é 100% indicada para barcos. Todas têm 25% de álcool, componente que absorve água, o que é especialmente preocupante num ambiente úmido por natureza. Os motores marítimos até recebem ajustes para funcionar com essa mistura, mas é impossível evitar a formação de umidade dentro do tanque, algo que o álcool absorve e transforma em água, praticamente inutilizando o combustível armazenado depois de um certo tempo. E navegar com gasolina "velha" é correr o risco de uma parada inesperada no meio do mar.

Tecnicamente falando, a gasolina menos danosa é a Podium, que é bem mais estável e tem maior octanagem. Isso também é melhor para os motores dos barcos, que usam compressão mais elevada do que os dos automóveis. Em seguida, vem a aditivada, que ao menos ajuda a limpar o motor por ter detergentes. E, por último, a comum, que não traz benefício extra algum e é só um pouquinho mais barata que a aditivada. Mas isso é pura teoria. No mundo real, a melhor gasolina é mesmo aquela na qual você confia e costuma usar, já que a adulteração dos combustíveis é prática comum no mercado. Infelizmente.

Para não navegar com combustível de má qualidade, há duas providências básicas: 1) escolher um posto aparentemente de confiança e abastecer sempre nele; 2) descartar a gasolina que ficou no tanque por mais de dois meses — tempo suficiente para o álcool já a ter oxidado. No primeiro caso, será sua própria experiência que irá indicar qual posto escolher, embora os de maior movimento sejam os mais indicados, porque, pelo menos, a gasolina não ficará parada no tanque dele por ainda mais tempo. No segundo, é bom saber que não adianta apenas completar o tanque com gasolina nova, porque a velha acaba contaminando tudo do mesmo jeito. Outras formas de amenizar o problema são usar filtro separador de líquidos, que drena parcialmente a água do combustível; deixar o tanque sempre cheio, o que reduz a área de umidade; e usar gasolina Podium, que resiste mais tempo à absorção de água: três meses, em média.

É tudo o que se pode fazer, enquanto se espera (e como se espera!) uma gasolina náutica no Brasil, ainda não autorizada pelo governo. Para se ter uma ideia do que representa o alto percentual de álcool na nossa gasolina, basta dizer que o motor de uma lancha nos Estados Unidos (onde há uma gasolina náutica, sem adição de álcool) perde cerca de 10% do rendimento se abastecida com o nosso combustível. E é com isso que temos navegado. Quando conseguimos.

Dicas importantes

Prefira gasolina Podium
Abasteça sempre no mesmo posto
Escolha um posto com bom movimento
Instale um filtro separador de líquidos
Não guarde gasolina por mais de um mês
Não misture gasolina nova com "velha"


Marcos Zenas - Consultor Comercial

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Como evitar os erros mais comuns de quem navega no mar...


Vai sair com o barco? Então não custa lembrar dos erros mais comuns que podem acontecer no mar. E para evitá-los, basta que você...



proteja-se do sol
Você sabe que o sol (e tudo o que ele traz: queimaduras, dor de cabeça, câncer) pode atrapalhar o passeio, mas vive esquecendo o protetor solar? Pois trate de lembrar dele, do chapéu e da capota do barco. No mar, não há sombra de árvore nem as pessoas sentem o sol queimar, porque o vento mascara o calor.

não descuide na manutenção
Na rua, se seu carro tiver um problema, dá para chamar o guincho. No mar, não! Se houver uma pane a bordo, o socorro pode demorar — e chegar tarde demais. Então, não arrisque. Faça a manutenção do barco e conserve-o sempre pronto para zarpar — e para voltar do mesmo jeito que partiu.

respeite a capacidade do barco
Navegar com excesso de peso a bordo, além de ilegal, é risco na certa. Não há justifi cativa para isso. Respeite o tamanho do seu barco e a quantidade de pessoas indicada pelo fabricante. Na dúvida, siga o limite (máximo!) de uma pessoa por metro de comprimento do barco.

redobre a atenção à noite
Navegar ao luar pode ser romântico, mas também é bem mais arriscado, porque a visibilidade diminui quase na mesma proporção em que a luz mingua. Comece reduzindo a velocidade pela metade — se foi a 30 nós, volte a 15 — e apague as luzes internas (deixe só as de sinalização), para enxergar melhor no escuro.

consulte a previsão do tempo
Parece óbvio — e é! —, mas as marinas estão cheias de histórias de gente que saiu para o mar sem checar a meteorologia e,
se deu mal, muito mal, não custa nada informar-se sobre o tempo num dos muitos sites especializados. No nosso www.nautica.com.br, há links para os melhores, como o windguru.

abasteça sempre mais
A regra básica da segurança manda calcular a quantia de combustível para ir e voltar e acrescentar um terço, como reserva. Se a soma der justo ou mais do que cabe no tanque, programe um reabastecimento no meio do passeio. Se der menos, ótimo. Mesmo assim, complete o tanque.

não beba ou não exagere
A Lei Seca também vale para os barcos. Portanto, piloto de barco não pode (ou não deve) consumir bebidas alcoólicas. Pode, no máximo, fazer um brinde, com o barco parado, e fi car assim até passar o efeito do álcool. Se beber mais que isso, tenha o bom senso de entregar o comando a outra pessoa.

leve GPS e carta náutica
Mesmo que você conheça muito bem o caminho, o ideal é ter um GPS com chartplotter, que mostrará a região e apontará o rumo direitinho. Mas, por mais modernos que sejam, GPSs também podem pifar, e no meio do passeio — nesse caso, você precisará contar com as velhas e boas cartas náuticas de papel. Tenha também.



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